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    LEITE E ENERGIA SOLAR - Empresários do Sul despertam interesse em investir em Roraima

    Há 5 dias 11/02/2019


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    #GOVERNO


    Boa Vista | Empresários do Paraná que atuam no ramo de produção de leite e energia solar apresentaram ao governador de Roraima, Antonio Denarium, propostas de investimento no Estado. O encontro ocorreu na tarde desta quarta-feira, 06, no Palácio Senador Hélio Campos, em Boa Vista.


    “Tais investidores têm interesse em produzir leite, o que pode fomentar agricultura e pecuária no Estado, integrando a agricultura familiar”, pontuou o governador. Referente à produção de energia solar, Denarium acredita ser uma opção moderna e contribuir para a solução do problema energético de Roraima. “Estamos caminhado para atrair novos investidores para gerar empregos e desenvolver o nosso Estado”, disse Denarium.


    Um dos produtores presentes, Gerson Costa Rutcoski, disse que estuda investir em Roraima há pelo menos três anos. Ele esteve representando o desembargador José Cunha, dono de um centro que produz pelo menos 12 mil litros de leite por dia.

    “Já temos esse tipo de investimento na Bahia e no Paraguai. Objetivamos trazer esse sistema para o Estado, que tem potencial para esse tipo de produção”, disse Rutcoski, que já havia visitado Roraima três outras vezes. “Fizemos visitas para analisar e sentimos que este é o momento certo para o investimento”, acrescentou.


    Segundo informou, o desembargador Cunha estará em Roraima daqui dez dias para dar continuidade às propostas da produção de leite em grande escala no Estado.


    ENERGIA SOLAR – O representante da empresa Faad, Marcos Antônio Norgas, confirmou o potencial de Roraima para esse tipo de produção.


    “Toda região próxima a linha do Equador tem grande potencial energético devido à grande emissão de calor. Roraima é propício para esse tipo de investimento, principalmente porque tem necessidade de dependência energética”, enfatizou o empresário.


    A empresa, que atua no mercado desde 2008, trabalha com o sistema da mini geração distribuída, ou seja, alugam usinas para que as indústrias ou empresas produzam a própria energia.

    “Em Roraima, por exemplo, um bom início seria uma usina que produz 100 megawatts. Esse investimento demandaria aproximadamente de 100 milhões de dólares”, complementou.


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