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    Sotero revela não saber porque foi agredido no Porão do Alemão

    Há 10 meses 14/12/2017


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    #CASOSOTERO

    Manaus|AM - Desde o fatídico dia 25 de novembro quando um advogado acabou morto e um delegado de Polícia Civil preso em uma casa de show da zona oeste da capital amazonense, a imprensa buscava a versão da autoridade policial. Gustavo de Castro Sotero, 41, se pronunciou um dia após o fato (26) em uma carta aberta. O ofício foi divulgado esta semana e trouxe à tona versões que envolvem em mais mistério o ocorrido daquela madrugada de sábado.

    Na carta Sotero relata que o advogado Wilson de Lima Justo Filho, 35, teria iniciado a agressão a ele. "De forma totalmente inesperada, injusta e com extrema violência, alguém traiçoeiramente me desfere um soco, muito forte e intenso no rosto", conta.

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    Após a ação, o delegado informa ter estendido a mão direita e se identificado como policial, porém mesmo assim o advogado teria partido para cima dele. Nesse momento Sotero saca a arma e efetua o primeiro disparo. Considerado descontrolado por Sotero, o homem ainda tentou agredi-lo, momento em que efetuou os outros disparos.

    Conforme o delegado, Wilson ainda tenta por uma terceira vez agredí-lo e também tomar o seu armamento, mas já ferido, Sotero consegue empurrá-lo.

    Após o fato, a autoridade policial informa que procurou os seguranças da casa de show e solicitou a presença da polícia, que chegou imediatamente. Na delegacia Sotero recebeu a notícias que mais pessoas haviam ficado feridas e que o advogado morrera em uma unidade hospitalar. "Fiquei extremamente abalado", ressaltou.

    Reportagem: Waldir Adriano

    Foto: Reprodução/Facebook


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