Juíza fala de aborto de menina estuprada: “passou do prazo”

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PAÍS| Nesta semana, a audiência do caso de uma menina de 11 anos, que ficou grávida após sofrer abusos sexuais em Santa Catarina, ganhou as manchetes dos jornais e portais de notícias. Nas redes sociais, internautas se posicionaram contra a juíza, que propôs que a vítima seguisse com a gestação, mesmo após a violência. 

Após a repercussão, a juíza Joana Ribeiro Zimmer deu uma entrevista na última terça-feira (21), afirmando não ser contra o aborto, mas, que, segundo ela, neste caso, o procedimento teria “passado do prazo”. As informações são do Dol.

“A palavra aborto tem um conceito e esse conceito é de até 22 semanas. Esse conceito é da OMS (Organização Mundial da Saúde) e do Ministério da Saúde”, pontuou a magistrada.

Na entrevista, Joana Zimmer justificou que a menina “corre risco de vida” porque seus dados já teriam sido “quebrados” e que deixou o caso após ser promovida “por merecimento”.

“Minha promoção aconteceu quarta-feira da semana passada (15) e o caso estourou ontem ( 20). Não tem nada a ver uma coisa com a outra. Sou uma pessoa que faz tanto o bem, que sou abençoada por Deus. A promoção saiu antes deste estouro”, contou ela.

O CASO

Uma menina, na época com 10 anos, foi abusada sexualmente na cidade de Tijucas, na Região Metropolitana de Florianópolis, em Santa Catarina. Em decorrência do estupro, ela ficou grávida e iniciou a busca pelo aborto legal no Hospital Universitário da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC).

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