Troca de mensagens em aplicativo causa confusão no Colégio IEA

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Manaus-Am | Uma “brincadeira de mal gosto” deixou alunos, professores e pai dos alunos em pânico no Instituto de Educação do Amazonas (IEA), na manhã desta quinta-feira (14). Um dia após o atentado em escola de Suzano, em São Paulo, um aluno do IEA, na Rua Ramos Ferreira, bairro Centro, teria sugerido em um grupo de estudantes no WhatsApp que o mesmo acontecesse no colégio IEA.

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O Departamento de Repressão ao Crime Organizado (DRCO), da Polícia Civil, foi deslocado para o local. O estudante que teria sugerido o atentado no IEA não participava da aula no local no momento do ocorrido.
Na conversa no grupo de Whatsapp, o aluno sugere que algo similar aconteça na escola, o que acabou gerando desespero entre os jovens. “Já pensaram na possibilidade disso acontecer no IEA? É bem provável”, escreve o adolescente.

Após a chegada da polícia, os ânimos foram controlados e ninguém ficou ferido. Mesmo assim, as aulas foram suspensas.

NOTA SEDUC – IEA

A Secretaria de Estado de Educação (Seduc-AM) informa que tomou conhecimento de ameaças em redes sociais feitas por um aluno e um ex-aluno do Instituto de Educação de Amazonas (IEA) na manhã de hoje denunciadas pelos pais e pelo gestor o Instituto. Informa que o aluno e o ex-aluno foram conduzidos à Delegacia Especializada em Apuração de Atos Infracionais (DAAI) acompanhados pelo gestor e o pedagogo da escola. A secretaria ressalta que mesmo diante das ameaças, não houve concretização de nenhum ato, não havendo, portanto, registro de agressões nas dependência da escola. O fato é classificado isolado, ocorrido de forma atípica.

No próximo sábado, a Seduc-AM realizará uma reunião, previamente convocada, com gestores e professores das escolas para realinhar medidas de segurança, tendo como foco reforçar as orientações para todo o corpo escolar, incluindo os agentes de portaria. A Seduc-AM ressalta, ainda, que tem como prioridade em conjunto com os gestores pautar pelo maior controle do acesso à escola tanto em relação aos alunos quanto de pais e responsáveis. Além disso, a Seduc-AM tem reforçado a necessidade de contato direto com as Companhias Interativas Comunitárias (Cicoms), que dão suporte no atendimento e presença dos policiais na área externa da escola.

Reportagem: Thiago Gonçalves

Imagens/ Fotos: Thassio Pierre

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