Morte Gustavo. Instituto defende médica de ‘acusações’ sobre desligamento de aparelhos

Compartilhar no facebook
Compartilhar no whatsapp
Compartilhar no twitter
Compartilhar no pinterest
Compartilhar no telegram
Compartilhar no email

Manaus – AM | Jorge Gustavo Silva dos Santos, 12 anos, morreu na noite da última segunda-feira (18), no hospital e Pronto-Socorro Infantil – Joãozinho, na zona Leste da capital. 

Publicidade

Ele foi atingido por um tiro na cabeça durante um tiroteiro entre facções criminosos no bairro Compensa, na zona Oeste, no dia 12 de maio. Desde então a criança estava hospitalizada em estado grave. 

Para a imprensa, a família do menino denunciou que foram desligados, pela médica, os aparelhos que o mantinham vivo, sem autorização. Um Boletim de Ocorrência (B.O) também foi registrado na polícia. 

Nesta quinta-feira, o Instituto de Terapia Intensiva do Estado do Amazonas (Coopati) emitiu nota, repudiando “os ataques sofridos pela médica intensivista nos últimos dias, assim como comentários e compartilhamentos ofensivos à honra da profissional.”

Ainda de acordo com a nota, a associada do instituto “observou os estritos princípios éticos e legais descritos na Resolução do Conselho Federal de Medicina nº 2.173, de 23 de novembro de 2017”

De acordo com o instituto, a médica Deyse Araújo, “foi acusada pela família do menor de ter  ‘terminado de matar’ a criança.”

A nota também informa que a médica acionará a Justiça.  “irá adotar as medidas judiciais cabíveis contra seus agressores, sem prejuízo de igual conduta, no que couber, por esta sociedade.”

Documento nota:

Captura de Tela 2020 05 21 às 20.46.52
Receba a seleção das melhores notícias