Severiano Mario Porto, o ‘Arquiteto da Amazônia’, morre vítima da Covid-19

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BRASIL | Faleceu, nesta quinta-feira (10), o arquiteto Severiano Mario Porto, aos 90 anos de idade. Severiano foi vítima de Covid-19 e o óbito foi confirmado por volta das 11h. O sepultamento ocorrerá na sexta-feira (11), no cemitério Parque da Colina, em Niterói (RJ), e o velório será aberto apenas à família, para respeitar as indicações de distanciamento social.

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Nascido em Uberlândia em 1930, aos cinco anos de idade Severiano muda-se com a família para o Rio de Janeiro. Em 1954 forma-se pela Faculdade Nacional de Arquitetura – FNA, da Universidade do Brasil. O conjunto de sua obra foi premiado em 1985 pela Bienal Internacional de Arquitetura de Buenos Aires. Em 1987 é reconhecido internacionalmente, sendo eleito o homem do ano pela revista francesa L’Architecture d’Aujourd’hui.

Severiano ficou conhecido como o “Arquiteto da Amazônia” e também “Arquiteto da Floresta”. “Ele foi responsável por conceber um modelo único de arquitetura amazônica e sustentável, que une técnicas desenvolvidas por ribeirinhos e caboclos com as mais modernas e inovadoras criações na arquitetura”, de acordo com nota do CAU do Amazonas.

Responsável por projetos importantes para o Amazonas, Severiano assinou projetos como o Estádio Vivaldo Lima (1970); a sede da Superintendência da Zona Franca de Manaus (1971); o Campus da Universidade Federal do Amazonas (1973); a Pousada na Ilha de Silves, nos anos 1979 e 1983, além do Centro de Proteção Ambiental de Balbina (1983).

Em 1963, ele viajou a turismo para Manaus, onde foi convidado pelo governador do Estado do Amazonas, Arthur Cezar Ferreira Reis (1908 – 1993) a realizar a reforma do Palácio do Governo, 1965, e o projeto da Assembléia Legislativa do Estado, 1965.

Em Manaus, Severiano também exerceu a função de professor de arquitetura e urbanismo na Faculdade de Tecnologia da Universidade do Amazonas, de 1972 a 1998.

Severiano Mario Porto

*Com informações de A Crítica

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