“Alejandro precisa ser tratado como réu comum, que ele é”, diz advogada da família de Flávio

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Manaus – AM | A morte do engenheiro Flávio Rodrigues dos Santos completa um ano neste terça-feira, dia 29 de Setembro de 2020. Na noite desta segunda-feira, familiares e amigos participaram de uma missa em memória do engenheiro e de uma carreata por Justiça.

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Flávio Rodrigues dos Santos

Advogados, que auxiliam os familiares, também estiveram presentes. Para eles é preciso que haja celeridade no processo do caso. “A gente espera que o judiciário dispense a celeridade necessária, que o judiciário dispense a imparcialidade necessária. E vamos atrás da Justiça, da verdade, não qualquer verdade, e que o processo siga em uma marcha razoável pelo menos.”, disse a advogada Náiade Perrone.

A advogada também mostrou indignação com a liberdade de Alejandro Valeiko, principal nome ligado à morte do engenheiro, que tinha 42 anos. O enteado do prefeito de Manaus, Arthur Neto, está fora da prisão, beneficiado com medida cautelar (uso de tornozeleira eletrônica).
 
“A gente espera também que ele seja tratado como um réu comum, que ele é. Eu acredito que a partir de agora no momento processual em que nós estamos, o novo magistrado deve reavaliar se ele ainda deve ser beneficiado, uma vez que ele já violou duas vezes a medida cautelar. Desculpas de que teria a tornozeleira engatado em um lençol. Uma justificativa dessas é inconcebível.”, declarou Perrone. 

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Após a juíza da 2a Vara do Tribunal do Júri da Comarca de Manaus, Ana Paula Braga, ter se declarado suspeita para continuar atuando no “Caso Flávio”, a expectativa é sobre o próximo juiz que passe a cuidar do caso. 
 
“Estamos esperando o processo ser redistribuído para um novo juiz. A magistrada Ana Paula e já outros dois magistrados se julgaram suspeitos por motivo de foro íntimo. Estamos otimistas pra que esse novo juiz que assuma faça o processo andar em ritmo mais acelerado. Teve um andamento muito lento, teve a Covid, tudo bem, mas o andamento foi muito lento nesse um ano. A gente acredita que o juiz que assumir vai fazer o processo andar. Estamos otimistas pra que ele faça realmente a justiça, que ele decida de forma imparcial. Estamos otimistas com o ano que entra, a política vai mudar, o promotor que vai assumir é outro também.”, declarou a advogada Geysa Mitz. 

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