Caso Flávio: Juíz nega soltura de preso e pede provas da PGJ

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CASO FLÁVIO | O acusado por envolvimento no assassinato do engenheiro Flávio Rodrigues, Mayc Vinicius Teixeira Parede, teve soltura negada pelo juiz Hamilton Lins Barroso, da 1ª Vara do Tribunal do Júri de Manaus. 

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Juíz Barroso também solicitou a intervenção do procurador-geral de Justiça, Alberto Nascimento Júnior, para determinar que promotores atuantes no caso entreguem provas produzidas nas investigações.

No documento, o Juiz informa que “não houve qualquer mudança na situação jurídica-processual” que mostrasse a prisão preventiva de Mayc Vinicius “inconveniente, inoportuna ou ilegal”. Também de acordo com o mesmo, a aplicação de medidas cautelares (como o uso de tornozeleira eletrônica) são “ineficientes no caso em tela, sendo inafastável a necessidade da manutenção da custódia cautelar para garantir a ordem pública e a paz social”.

Veja o documento a seguir

O caso

O crime brutal ocorreu no dia 29 de setembro de 2019 e chocou o Amazonas. Naquela data, o engenheiro Flávio Rodrigues, que tinha 42 anos, passou parte do dia na casa de Alejandro, no condomínio Passaredo, zona Oeste da cidade. Na casa também estavam: Elielton Magno de Menezes Gomes Júnior, Vittorio Dell Gato, José Edvandro Martins de Souza Júnior, além do anfitrião. Na tarde do dia seguinte, segunda-feira (30/9/2019), o corpo de Flávio é encontrado em um terreno baldio no bairro Tarumã, também na zona Oeste.

Os presentes na casa alegaram, em primeiro momento, que dois homens encapuzados teriam entrado na residência e sequestrado Flávio, sob a justificativa deste estar devendo o tráfico de drogas. Essa versão, também foi levada a público pelo padrasto de Alejandro, o prefeito, Arthur, em nota emitida em suas redes sociais.

No dia 8 de outubro, o ex-sargento do Exército, Mayc Vinicius confessou, em depoimento à Polícia Civil, a autoria do homicídio. Mas a polícia identificou muita divergência em relação aos depoimentos prestados pelos investigados. Foi quando a Delegacia Especializada em Homicídios e Sequestros deu início a segunda fase das investigações, realizando acareações entre suspeitos e realizando novas diligências. Laudos de perícia também foram encomendados para embasar a investigação do caso. A reconstituição do crime também foi realizada em 18 de Novembro de 2019.

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