Juízes do TJ-AM se declaram suspeitos para atuar no “Caso Flávio”

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Manaus – AM| Os juízes da 3a Vara do Tribunal do Júri da Comarca de Manaus também declararam suspeição e não receberam o processo que trata da morte do engenheiro Flávio Rodrigues dos Santos.

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“Por motivo de foro íntimo declaro-me suspeito para atuar nos presentes autos e nos demais autos dependentes deste.Uma vez que ambos os magistrados desta Vara se averbaram suspeitos, à Secretaria para encaminhar os autos para redistribuição à 1ª Vara do Tribunal do Júri.”, diz em despacho desta sexta-feira (25), o juiz Adonaid Abrantes de Souza Tavares.

O processo foi distribuído para a 3a Vara após a juíza da 2a Vara do Tribunal do Júri, Ana Paula de Medeiros Braga ter se declarado suspeita para permanecer atuando no caso.

Em manifestação emitida no último dia 18 deste mês, a juíza Ana Paula Braga, da 2ª Vara do Tribunal do Júri da Comarca de Manaus, se declarou suspeita para continuar cuidando dos processos relacionados à morte do engenheiro Flávio Rodrigues. Depois de quase um ano do caso, ela deixou o procedimento, dizendo não poder garantir a imparcialidade.

Há a ação penal e outros processos apensos e dependentes. Pela Constituição Federal, um juiz não é obrigado a dizer por quais motivos declara suspeição.

No próximo dia 29 deste mês, a morte do engenheiro Flávio Rodrigues dos Santos, completa um ano. Uma missa em memória do engenheiro e uma carreata serão realizadas pela família da vítima, com a participação também de amigos. 

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A cerimônia religiosa está marcada para acontecer às 19h, na Paróquia Coração Imaculado de Maria, localizada na rua São Pedro, número 820, bairro Morro da Liberdade, na Zona Sul de Manaus.
Os participantes devem usar máscara e manter o distanciamento social por conta do novo coronavírus (Covid-19). Após a missa, será realizada uma segunda carreata. 

Os familiares do engenheiro seguem na luta por Justiça e ainda tentam superar a perda. Alejandro Valeiko, principal nome ligado à morte do engenheiro, e que é enteado do prefeito de Manaus, Arthur Neto, segue respondendo ao processo na Justiça em liberdade

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