Criança estava comendo fezes de cachorro durante resgate de maus-tratos dela e de 3 irmãos; VEJA FOTOS

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BRASIL | Quatro crianças, de idades entre quatro e 12 anos, foram resgatadas de situação de maus-tratos. Uma das crianças era autista e ela, juntamente com os irmãos, estavam trancadas em casa há dias sem se alimentar e sem tomar banho. O local estava repleto de sujeiras, incluindo fezes de cachorro e as imagens são chocantes. O caso ocorreu em Barra de São Francisco, no Espírito Santo (ES).

Uma dessas quatro crianças, a autista e que tem 4 anos de idade, foi encontrada comendo fezes de cachorro no momento do resgate. Os irmãos mais velhos ainda tentaram limpar para que os policiais não flagrassem o momento. Outra das vítimas não conseguia andar por conta da fraqueza que apresentava por não se alimentar.

Um homem de 34 anos e a mulher dele, de 31 anos, são suspeitos de maltratar e manter as quatro crianças em cárcere privado. Duas das crianças são filhas do casal, e outras duas são frutos de um antigo relacionamento da mulher.

DENÚNCIA

A Polícia Militar e o Conselho Tutelar do município foram à residência após uma denúncia da diretora da escola em que uma das crianças estuda. Ela conta que ligou para o pai informando que ela deveria fazer uma prova presencial, mas que ele só a levou depois de muita insistência.

Na escola, os professores tentaram fazer perguntas à criança, mas ela apresentava apenas respostas prontas. Os docentes, em seguida, colocaram a vítima em uma sala separada para tentar conversar. No encontro, a diretora observou que a criança parecia estar sofrendo pressão psicológica e “mal parava em pé de fraqueza”. Ela, então, fez a denúncia ao Conselho Tutelar.

PRISÃO

Os infratores foram presos em flagrante por por maus-tratos, cárcere privado e lesão corporal, mas acabaram liberados durante Audiência de Custódia após se comprometerem a não mudar de endereço e se apresentarem à Justiça. Os nomes deles não foram divulgados para não expor as crianças. Eles deverão comparecer em Juízo para justificar suas atividades semanais, manter o endereço sempre atualizado e comparecer aos atos processuais. Na decisão, também consta que os pais devem ficar afastados das vítimas até decisão da Vara de Infância.

As crianças foram encaminhadas para um abrigo da prefeitura depois de passarem por consulta médica. O caso é investigado pela Delegacia Regional de Barra de São Francisco.

*Com informações de Metrópolis

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