Tá achando a luz cara? Prepare o bolso! Energia elétrica ficará mais cara no AM, a partir de novembro

Brasília - O consumo de energia elétrica no país fechou os primeiros três meses do ano com queda acumulada de 4,2% em relação ao mesmo período do ano passado (Marcelo Camargo/Agência Brasil)
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Manaus- AM | A partir deste domingo (1º/11), a energia elétrica vai ficar 4,30% mais cara em todo o Amazonas. É melhor preparar o bolso. A Aneel (Agência Nacional de Energia Elétrica), aprovou nesta terça-feira, 27, o resultado da revisão tarifária extraordinária da Amazonas Energia.

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O efeito médio por grupos de consumidores será de 7,12% nos segmentos de alta e média tensão, e de 4,47% para os clientes em baixa tensão. O índice médio calculado inicialmente era de 8,7%, mas o impacto foi amortecido com o uso de recursos da Conta Covid e as medidas previstas na MP 998. A operação de empréstimo reduziu a tarifa em 7,6%.

Já a MP contribuiu para baixar o custo de compra de energia e o peso da base de ativos, que terá uma parte remunerada com  recursos da Reserva Global de Reversão.  Ainda assim, a tarifa da Amazonas continuará como uma das mais caras do país, passando da terceira para a segunda posição no ranking da Aneel. A distribuidora atende pouco mais de 1 milhão de unidades consumidoras no estado.

Tá achando a luz cara? Prepare o bolso! A energia elétrica ficará mais cara no AM, a partir de novembro
Imagem: Reprodução da Internet

ICMS

A Aneel decidiu não reconhecer na tarifa o aumento do custo ICMS resultante de alteração no regime tributário estadual. A agência entendeu que a Amazonas Energia não atuou para desonerar os consumidores, utilizando os instrumentos jurídicos disponíveis para questionar a cobrança do imposto pelo valor presumido.

A mudança no regime foi feita por decreto do governo do Amazonas, que está sendo questionado no Supremo Tribunal Federal pelo Partido da República. A Ação Direta de Inconstitucionalidade ainda não foi julgada no STF, mas um parecer do procurador-geral da República, Augusto Aras, considera que o ato extrapolou a Constituição.

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Fonte: Canal Energia

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